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Camarões é o terceiro adversário do país na primeira fase da Copa. E é de uma camaronesa o único restaurante de comida africana da cidade, o Biyouz, na Alameda Barão de Limeira, quase esquina com a Rua Vitória. “Único” é modo de dizer. Existem ali mesmo nas redondezas outros que não gostam de publicidade, geralmente por atenderem africanos em situação irregular. Melanito Biyouha mora no Brasil há 11 anos e abriu seu restaurante em 2008. O salão é minúsculo. Trinta cadeiras no máximo. Luxo? Zero! Banheiro? Um só. A cozinha, toda à vista, é apertadíssima. Mesmo assim, o cardápio apresenta 19 pratos típicos de países africanos, como Angola, Senegal e Tanzânia, mais saladas, petiscos e três sobremesas. Para a Copa do Mundo, o Biyouz colocou bandeirinhas dos países diante dos pratos.  Um mapa da África na parede irá ajudá-lo a localizar esses países.

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O prato mais pedido é o camaronês DG.  Leva galinha (Melanito diz que não adianta trocar por frango), tomate, cenoura, pimentão, muito alho e banana da terra frita. “O nome DG vem de ‘Diretor-Geral’”, explica Melanito. “É o prato que os executivos costumam pedir nas happy-hours, antes de ir para casa”. A porção é bem servida.  Há outras surpresas, como o Macala (bolinho de chuva com feijão), Ndole (pasta de amendoim cozida com folhas de boldo, banana da terra cozida e pedaços de carne) e o Insingui (molho de berinjela, mocotó e batatas cozidas). O preço médio do prato é de R$ 15.

Biyouz
Alameda Barão de Limeira, 19-A, Santa Cecília
Tel. 3221-6806
De segunda a sábado, das 12h à 0h; domingo, das 14h à 0h
www.biyouzresto.com.br

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