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Roberto Carlos criou uma incorporadora, a Emoções, e lançou seu primeiro empreendimento com uma grande festa: um edifício de 40 andares na avenida Juscelino Kubitschek, em São Paulo. Um dos assuntos que mais chamou a atenção é que o supersticioso RC não quer que seu prédio tenha o 13º andar. Pularia do 12º para o 14º.  Em entrevista ao Estadão de hoje, ele declarou: “Nos Estados Unidos, eles não têm problema em relação a isso, mas aqui está difícil. E é uma bobagem, todo mundo saberá que o 13º está lá, só que o número será 14º. Só não terá esse número. Vou continuar insistindo com o prefeito (Gilberto) Kassab”.

Esse medo do número 13 tem até nome: triscaidecofobia. Essa história de edifícios “sem um andar” também não é exclusividade dos americanos. Na China, o número de azar é outro e os prédios mais novos não têm o quarto andar.

O que Roberto Carlos pleiteia não é algo tão novo assim. Na Torre Norte do Centro Empresarial Nações Unidas, na Marginal Pinheiros, o 13º não existe. O prédio foi construído em 1999. Quando escrevi um livro institucional para a Gafisa, em 2009, apurei que o Banco Safra, na esquina da Paulista com a Augusta, aboliu o 13º andar por ordem de Joseph Safra. Numa rápida pesquisa pela internet, encontrei ainda que o Novotel Jaraguá, reformado em 2004, também tirou o número de azar.

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