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Preocupado com a onda de arrastões a restaurantes da cidade, o Jaú resolveu reforçar sua segurança. Em vez de um guarda-roupa de terno preto, o portão conta agora com um cão de guarda. O pastor alemão Kura, de 9 meses, foi escalado para a função, depois de ter passado por um treinamento específico.

É a primeira vez que a empresa Alsa Fort treina um cachorro para tomar conta de um restaurante. A etapa mais difícil foi convencer Kura a ficar sentado por três horas seguidas. “Ao contrário de cães de guarda comuns, ele não pode circular pelo local”, afirma o adestrador André George. “Os cães costumam ser impacientes, mas conseguimos fazê-lo ficar parado com treinamento em áreas públicas.”

caodeguarda

“O Kura ainda não chegou à fase adulta”, conta George. “Por isso, ele funcionou bem nesse tipo de treinamento.” Ao contrário do adestramento usado para cães policiais, Kura deve estar preparado para interagir com os clientes do restaurante. “Se uma criança se aproximar, por exemplo, ele não vai atacar, vai ser amigável”, explica George.

No entanto, se o adestrador pronunciar uma palavra específica (que George não conta qual é), o cão deixa de brincar e fica em estado de alerta para identificar possíveis infratores. Com outra palavra, o adestrador faz o animal atacar pessoas que ameaçarem a segurança dos clientes.

Kura fica do lado de fora durante todo o horário de expediente do restaurante – incluindo os horários de refeição. Os adestradores alimentam o cão com uma ração importada rica em proteínas. De três a quatro vezes por dia, o cão de guarda consome suplementos alimentares feitos especialmente para cachorros. Quando completar um ano, Kura passará a tomar os suplementos apenas uma vez ao dia. Kura também não dorme no restaurante – quando termina seu turno, ele vai de carro até a central de treinamento para passar a noite.

Serviço:
Al. Jaú, 1.303, Jd. Paulista, 3262-0608

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