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Um prédio de três andares na Avenida Rebouças vem recebendo uma intensa movimentação de pedreiros, jardineiros, marceneiros e outros funcionários envolvidos na obra, cuja fachada já está toda pintada. O letreiro coberto deixa escapar um pedacinho da logomarca do Escape 60, que inaugurará ali sua nona unidade – a quinta em São Paulo (uma em Santo André, uma em Moema e duas na Vila Olímpia).

A expansão da marca é um sinal do crescimento do mercado dos chamados escape rooms. São ambientes fechados onde um grupo de participantes se diverte tentando sair da sala a partir de pistas e códigos espalhados pelo ambiente num determinado tempo. Além dos visitantes “comuns”, os escape rooms têm sido muito procurados por empresas para atividades de avaliação de liderança e estratégia entre funcionários.

Os grupos podem ter de 4 a 16 pessoas, desde que todas sejam maiores de 12 anos. No caso do Escape 60, são três salas diferentes: no “Corredor da Morte”, o participante se torna um preso condenado injustamente à morte e precisa escapar da cadeira elétrica. Na “Operação Resgate”, a missão é escapar de um quarto de hotel onde está sua prima, desaparecida durante uma onda de assassinatos na cidade. Por fim, em “Salvem nossa almas”, o assunto é mais sério: são 60 minutos para escapar da casa de um amigo de faculdade, morto há um ano e que promete levá-lo para o inferno para se vingar do bullying que sofreu no passado.

É possível que, pelo tamanho do imóvel, o Escape 60 da Avenida Rebouças apresente algumas novidades. Procurada pela reportagem do São Paulo para Curiosos, a assessoria informou que não há previsão de data de inauguração e que as reuniões para definir os detalhes das salas serão realizadas na semana que vem.

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