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Pedra, papel ou tesoura? A tradicional brincadeira de criança pode acabar em empate depois que a marca italiana de  design Ogami inventou o Repap, primeiro papel no mundo feito de pedra. O nome do produto é bastante pertinente: Repap é o contrário de “paper” (papel, em inglês). A fabricante usa como matéria-prima o carbonato de cálcio, subproduto do calcário, que pode ser encontrado nas rochas sedimentares, em pedreiras e no entulho da construção civil. O resultado é uma folha branca, fina e macia, bem parecida com a tradicional folha de papel. O papel de pedra já chegou a São Paulo. Duas linhas de cadernos estão à venda na loja virtual Porto Papelaria. O preço unitário varia de R$ 39 (caderno mini) a R$ 95 (caderno médio capa dura).

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Além de bastante curiosa, a tecnologia é sustentável. Para fabricar o papel feito de pedra, não se usa petróleo, não se derrubam árvores e não se desperdiça água. O processo de produção não exige o uso de cloro ou de ácidos e emite menos gás carbônico do que o gerado na fabricação do papel tradicional. Para completar, o papel de pedra é fotobiodegradável – degrada-se sob o efeito prolongado da luz solar –, não necessitando passar pelo caro e trabalhoso processo de reciclagem aplicado ao papel de madeira. Para o usuário, há ainda a vantagem de o Repap ser impermeável. “Se derrubar uma xícara de café em cima, é só limpar que a folha não absorve”, garante Luciana Steckel, dona da Porto Papelaria. “Essa característica também impede que a tinta da caneta porosa passe para o outro lado da folha”.

Serviço
PORTO PAPELARIA

Cadernos Ogami Repap: R$ 39 a R$ 95
www.portopapelaria.com.br

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