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Depois da conquista do tricampeonato mundial de futebol, em 1970, o então prefeito de São Paulo, Paulo Maluf, presenteou os jogadores com 25 fuscas verdes. Era o auge da produção do modelo da Volkswagen no Brasil, iniciada em 3 de janeiro de 1959, quando a primeira fábrica local foi inaugurada. O Fusca deixou de ser produzido por aqui em 1986, quando 5.459.079 unidades já tinham sido postas nas ruas. A paixão popular pelo carrinho convenceu o presidente Itamar Franco a retomar a produção em 1993, mas a tentativa durou apenas três anos. Desde então, o carro vem aos poucos se tornando item de colecionador.

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Roberto Giglio que o diga. Apaixonado por fuscas, desde 1985 ele cuida com carinho do seu Cridê, apelido do modelo 69 que comprou. Beto também coleciona miniaturas do carro. São cerca de 130 fusquinhas. É verdade que ele precisou colocar a mão na massa para conseguir alguns modelos. “Queria a viatura baratinha da Polícia Militar, mas não achava em lugar nenhum”, conta. Decidiu fazer uma miniatura por conta própria. E assim passou a montar miniaturas para vender em seu site, o Fusca Cridê. “Quem quiser que eu reproduza algum em particular, só precisa me mandar uma foto”, explica.

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O colecionador confessa que nunca recebeu um pedido específico para a confecção da réplica em miniatura do Fusca entregue por Maluf à turma de Gérson, Tostão e Jairzinho. “Mas, como o modelo 69/70 é um dos mais populares, já fiz muitas miniaturas do tipo”. O prazo para confecção é de vinte a trinta dias, e as miniaturas custam de R$ 150 (13,5 cm) a R$ 500 (23 cm). A empresa, que tem autorização da Volkswagen do Brasil para produzir as miniaturas, também reproduz modelos de Kombi e Karmann Ghia.

Serviço
FUSCA CRIDÊ
Não divulga o endereço
contato para encomendas: beto@fuscacride.com.br
www.fuscacride.com.br
Segunda a sábado, das 9h às 18h

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